- As maiores empresas do Estado, que são responsáveis por uma parcela bastante significativa das emissões de GEE, já possuem planos para mitigação das emissões, tais como Vale, ArcelorMittal e Suzano, que têm planos de neutralização de emissões até 2050.
- Planos de neutralização das grandes empresas já divulgados, apresentando oportunidades econômicas de médio e longo prazo para o desenvolvimento de alguns setores baseados em energias limpas no Estado, inclusive com a identificação de demanda futura de segmentos específicos como hidrogênio e geração de eletricidade por energias renováveis.
- O Estado tem potencial significativo para geração de energia elétrica de origem solar, hídrica, eólica e de bioenergia.
- Potencial significativo de energia eólica offshore, com diversos empreendimentos manifestando interesse na instalação no Estado.
- Potencial de uso de gás natural no processo de transição energética, por existir reservas, infraestrutura de distribuição e uso significativo no ES.
- Infraestrutura de portos e prestação de serviços offshore, que pode ser benéfica para aproveitamento eólico offshore e a produção de Hidrogênio Verde.
- O ES faz parte do Sistema Interligado Nacional (SIN) de eletricidade.
- Existência de empresas de pequeno, médio e grande porte, além de setores da administração pública, comprometidos com a geração distribuída renovável.
- Uma das principais atividades industriais do Estado é a produção do aço, para a qual uma das principais vias de neutralização das emissões de GEE é a utilização de processos de redução direta baseados em hidrogênio, indicando demanda futura.
- Diversos empreendimentos relacionados a energias renováveis divulgados por empresas do setor.
- Existência de financiamento para projetos de geração de energia renovável e eficiência energética.
- Parte do Estado pertence à SUDENE, propiciando subsídios para geração por fonte renovável.
